APÓS VINTE ANOS, CAI SIGNIFICAMENTE O NÚMERO DE FUMANTES NO MUNDO TODO

O hábito de fumar era considerado moda nos anos de 1970 e 1980, onde os jovens da época usavam suas roupas descoladas ao som das melhores melodias da tão agitada discoteca.

Diante disso, há vinte anos atrás quase 50% da população masculina fumava cigarro, e contando com 16% das mulheres, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Tudo isso, trouxeram diversos resultados negativos para a saúde das pessoas, tanto em doenças como os vários tipos de câncer e também outras relacionadas ao sistema respiratório.

Até os fumantes passivos, aquelas pessoas que conviviam com fumantes ativos, sofrem com as consequências causadas pelo ato de fumar.

Segundo o Instituto nacional de câncer (INCA), o fumante passivo estará sujeito a inalação de mais de 4.720 substâncias tóxicas, sendo 3 vezes mais de nicotina, 3 vezes mais monóxido de carbono e 50 vezes mais substâncias cancerígenas.

Portanto, isso conclui que o cigarro, além de trazer malefícios para quem consome, também traz no mínimo 3 vezes mais a chance de se desenvolver câncer para as pessoas em exposição involuntária à fumaça tóxica.

MEDIDAS ADOTADAS PARA CONTROLE DO CONSUMO DE CIGARRO

Com as consequências trazidas pelo hábito de fumar, a prática começou a ser vista como um problema de saúde pública.

Neste sentido, foram desenvolvidas políticas públicas de controle do consumo, bem como, o enquadramento do tabagismo no Código Internacional de Doenças (CID-10).

Hoje, com as campanhas de alerta dos perigos, com base na educação informativa, se você quiser parar de fumar, existe um programa no Sistema Único de Saúde (SUS), que apresenta recursos disponíveis gratuitamente para esta finalidade.

Além disso, com a nova redação dada à Lei 12.546 e a referida  Lei 9.294 de julho de 1996, passou a ser proibido usar em locais fechados cigarro, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto (www.vapeinbright.com) por finalidade fumígeno.

Assim, os estabelecimentos passaram a ser multados por não cumprimento da Lei, que garante a proibição em qualquer local fechado onde haja a circulação de pessoas.

Outra medida adotada pelo governo foi o aumento de impostos para a comercialização de cigarro no país, o que gerou mais buscas pelos comerciante no comércio ilegal de cigarros.

Sendo assim, a fiscalização é um grande desafio para ser vivido, já que o governo precisa da ajuda da população para denúncias desse tipo de prática.

Os varejistas também podem fazer sua parte, recusando-se em vender as marcas irregulares de cigarro disponibilizada pela Anvisa.

O CONSUMO DE CIGARRO NO ANO DE 2020

Em decorrências das proibições e promoções do uso de cigarro na mídia, o consumo pode se dizer que está diminuindo, com relação às décadas passadas.

Estima-se que em 2020 terá um número de 10 milhões a menos de pessoas que fumam no mundo todo, comparando ao ano de 2018.

Atualmente, uma de cada cinco pessoas fumam, isso reflete uma diminuição considerável aos anos 2000, onde uma a cada três pessoas faziam uso de cigarro.

Todo este esforço se dá pela conscientização e os hábitos saudáveis da população mundial, que vem tomando medidas satisfatórias na luta contra o consumo de cigarro.

Imagem de Cheryl Holt por Pixabay

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